sexta-feira, 11 de abril de 2008

CNBB defende o valor inviolável da vida em nota oficial


Kelen Galvan
Indaiatuba (SP)
Canção NovaA Igreja sempre defenderá ''o valor inviolável da vida'' Nesta tarde desta terça-feira, dia 10, a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) lançou uma em solidariedade aos bispos ameaçados de morte e uma em defesa da vida humana.

Em coletiva de imprensa, Dom Orlando Brandes, Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, falou sobre a nota em defesa da vida, explicando que ela tem bons argumentos científicos, jurídicos, éticos e religiosos.

.: Ouça Dom Orlando lendo a Nota em Defesa da Vida

Dom Orlando destacou que a nota veio em resposta às questões atuais, sobre a despenalização do aborto, pesquisas com células-tronco, e muitos outros assuntos e, recordou que no Congresso Nacional tramitam mais de 30 projetos contra a vida humana. Só nesta Assembléia, foram publicadas cinco notas abordando aspectos diferentes em defesa da vida.

Lembrando a lei existente no Brasil que defende os ovos de tartarugas e, que, aqueles que os destruirem podem ser até processados, o bispo destacou, que embora é preciso ter este cuidado, por outro lado, existe um descuido com os óvulos humanos. "É preciso respeitar a ecologia humana", pontualizou.

E ainda pediu aos jornalistas que "ajudem a clarear o nosso povo, explicando as diferenças entre as células-embrionárias e células-adultas, por causa da simplicidade e do desconhecimento do nosso povo, muitos acham que a Igreja está contra as pesquisas com células-tronco. A Igreja é a favor da pesquisa com células-tronco adultas, que cientificamente tem resultados muito satisfatórios".

"A Igreja incentiva e até, mesmo, agradece os cientistas por seus trabalhos, só pede que a dignidade da vida seja respeitada", afirmou Dom Orlando.

Questionado sobre a postura da Igreja diante das mulheres vítimas de estupro, o bispo recordou que a Igreja realiza muitos trabalhos de apoio a estas mães, e que muitas vezes, parece que a saída mais fácil é matar a criança, mas não se pode agir com a mesma violência recebida, com a criança inocente que foi gerada. E destacou que o aborto faz duas vítimas: a criança e a mãe.

"São inúmeros casos de mães que depois de alguns anos nos procuram e dizem do quanto aquela criança que foi gerada traz alegria às suas vidas e agradecem por não terem abortado. E acabamos até sendo padrinhos das crianças", exemplificou Dom Orlando.

E encerrou afirmando que a Igreja sempre defenderá "o valor inviolável da vida".

Missão Continental

Dom Sergio Arthur Braschi, Presidente da Comissão Episcopal para Missão Continental no Brasil, falou sobre o tema, e destacou as Novas Diretrizes, que foram elaboradas pela CNBB nesta Assembléia, com um grande enfoque no Documento de Aparecida e com iniciativas muito concretas de como realizar esta Missão Continental nas nossas comunidades.

.: Ouça palavras de Dom Sergio sobre a Missão Continental

Ano Catequético

Um dos temas importantes desta Assembléia foi o Ano Catequético, que se realizará em 2009. O tema foi abordado por Dom Juventino Kestering, Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Educação, Cultura e Comunicação da CNBB, que destacou que "o Ano Catequético quer dar um novo impulso a Catequese como um serviço eclesial para o caminho do discipulado".

"A catequese tem muita importância para a Igreja. Ela que vai ajudar o novo cristão no amadurecimento da fé, a inseri-lo na comunidade e a abrir sua visão sobre sua inserção na sociedade, para que ele seja realmente um seguidor de Jesus", destacou.

.: Ouça explicação de Dom Juventino sobre o assunto


Tags: 46ª Assembléia Geral bispos Itaici

sexta-feira, 28 de março de 2008

Testemunho impressionante de vida: Gianna Jessen





http://www.giannajessen.com/



Eu fui abortada!

Depoimento de uma sobrevivente ao aborto




É sabido que "um dos problemas" dos abortos é que por vezes o bebé nasce vivo e tem de ser morto cá fora — muitas vezes sufocado na placenta ou, então, deitado para o lixo - assim mesmo.

Contudo, há casos em que o bebé não só nasceu vivo como sobreviveu. O que se segue é o testemunho de uma menina que sobreviveu ao aborto. Este depoimento foi feito perante a Constitution Subcommittee of the House Judiciary Committee, em 22 de Abril de 1996.

"O meu nome é Gianna Jessen e tenho 19 anos. Nasci na Califórnia mas actualmente vivo no Tennessee.

Fui adoptada e tenho paralisia cerebral. A minha mãe verdadeira tinha 17 anos e estava grávida de sete meses e meio quando decidiu fazer um aborto por solução salina (1). Eu sou a pessoa que ela abortou. Mas em vez de morrer sobrevivi.

Felizmente para mim, o abortador não estava na clínica quando eu nasci com vida, pelas 6 horas da madrugada de 6 de Abril de 1977. Eu fui precoce: a minha morte não estava prevista para antes das 9 horas, altura em que o abortador deveria começar a trabalhar. Tenho a certeza que não estaria aqui hoje no caso de o abortador estar na clínica, uma vez que o seu trabalho é matar: não é salvar. Algumas pessoas disseram que eu sou um aborto de carniceiro, um aborto falhado.

Houve muitas pessoas que presenciaram o meu nascimento: a minha mãe e outras raparigas novas que estavam na clínica à espera que os seus bebés morressem. Disseram-me que isto foi um momento de histeria. Próximo estava uma enfermeira que aparentemente chamou a emergência médica e eles transferiram-me para um hospital.

Ali fiquei, mais ou menos, três meses. No princípio não havia muita esperança pois eu pesava somente 900g. Hoje, já sobreviveram bebés mais pequenos do que eu.

Uma vez um médico disse-me que eu tinha um grande desejo de viver e que eu lutava pela minha vida. Acabei por sobreviver e sair do hospital sendo entregue a uma ama. A minha paralisia cerebral foi atribuída ao aborto.

Disseram à minha ama que era muito duvidoso que eu chegasse a gatinhar ou andar. Na altura eu não me conseguia sentar sem ajuda. Graças às orações e à dedicação da minha ama e, mais tarde, de muitas outras pessoas, acabei por aprender a sentar-me sozinha, a gatinhar e a ficar de pé. Comecei a andar com muletas pouco antes dos 4 anos. Fui legalmente adoptada pela filha da minha ama, Diana De Paul, alguns meses depois de começar a andar. O Department of Social Services não me permitia ser adoptada antes disso.

Continuei a fisioterapia por causa da minha deficiência e, depois de quatro intervenções cirúrgicas, posso agora andar sem ajuda. Nem sempre é fácil. Algumas vezes caio, embora depois de cair durante 19 anos tenha aprendido a cair graciosamente.

Estou contente por estar viva. Quase morri. Todos os dias agradeço a vida a Deus. Eu não me considero um subproduto da concepção, uma massa de tecidos, ou um qualquer dos títulos que se dão às crianças que ainda não nasceram. Eu não considero que as pessoas concebidas sejam alguma dessas coisas.

Conheci outras pessoas que sobreviveram a um aborto. Todas estão reconhecidas à vida. Há alguns meses atras, conheci outra menina que sobreviveu a um aborto por solução salina. Chama-se Sara. Tem dois anos e tem também paralisia cerebral mas o seu diagnóstico é reservado. Ela é cega e tem muitas cicatrizes. O abortador, além de injectar a solução no útero da mãe injecta também o bebé. A Sara foi injectada na cabeça. Eu pude ver em que parte da cabeça isto lhe foi feito. Quando falo, faço-o não somente por mim, mas por todos os outros sobreviventes, como a Sara, e por aqueles que ainda não podem falar...

Hoje, um bebé só é bebé quando vem na altura certa. Quando a altura não é certa, é um monte de tecidos ou outra coisa qualquer. Um bebé é um bebé quando um aborto espontâneo ocorre aos 2, 3 ou 4 meses. Um bebé é tecido ou massa de células quando o aborto é provocado aos 2, 3 ou 4 meses. Porque é isto assim? Eu não vejo diferença nenhuma. Que diferença vêem os senhores? Muitos fecham os olhos...

Para defender a vida a melhor coisa que eu lhes posso mostrar é a minha vida. É um grande dom. Matar não é a solução para nenhum problema ou situação. Mostrem-me que matar é solução.

Há uma citação no topo de um dos edifícios do Capitólio que diz: "Aquilo que é moralmente errado não pode ser politicamente correcto". O aborto é moralmente errado. O nosso país está a verter o sangue de inocentes. A América está a matar o seu futuro.

Toda a vida tem valor. Toda a vida é um dom do nosso Criador. Temos de receber e cuidar os dons que nos foram dados. Temos de honrar o direito à vida."

quinta-feira, 13 de março de 2008

Redução embrionária

Você sabe o que é redução embrionária?Quando se faz a inseminação artificial, vários óvulos de uma mulher são fecundados pelos espermatozóides. Algumas vezes cerca de 8,9,10 óvulos são fecundados e surgem os embriões humanos. Desses, uns quatro ou cinco podem ser implantados na mulher para a gravidez acontecer. Pode acontecer de todos vingarem, ou mesmo nenhum deles vingar, isto é, sobreviver e se desenvolver.Mas, quando vários vingam, três, quatro, cinco... então, para que não aconteça uma “gravidez de alto risco”, se faz a “redução embrionária”; isto é, são eliminados (abortados), descartados, um ou dois embriões, os fetinhos, indesejáveis, que tenham menos condições de se desenvolverem bem.O que você pode ver no filme abaixo é o um filme real de um ultra – som, onde se pode ver nitidamente a eliminação (aborto) de um fetinho de dez semanas (cerca de 4 cm) no interior do útero da mãe, através de uma agulha que lentamente chega ao coraçãozinho do feto e ali lhe aplica um veneno mortal. São três fetos e é feita a eliminação de um. Isto é a “redução embrionária”, usada algumas vezes na inseminação artificial.Este filme real nos foi cedido pela Dra. Alice Teixeira Ferreira, formada em Medicina pela Escola Paulista de Medicina, doutora em Biologia Molecular e com pós-doutorado na “Research Division of Cleveland Clinic Foundation, Cleveland, Ohio, Estados Unidos em 1972”; e Livre Docente em Biofísica, pela Universidade Federal de São Paulo - EPM em1996.Penso que o horror que você vai ver dispensa maiores comentários e mostra a gravidade do crime do aborto, especialmente neste caso de se eliminar um feto já em desenvolvimento.Prof. Felipe Aquino

terça-feira, 11 de março de 2008

Assista à primeira reportagem da série especial sobre aborto

Assista à primeira reportagem da série especial sobre aborto
Liliane BorgesCanção Nova Notícias
http://www.webtvcn.com/?id=%2064971
Segundo a Organização Mundial da Saúde, a cada ano 4,2 milhões de abortos são realizados na América Latina. A vida humana é sagrada e inviolável, afirma a Igreja no Documento Evangelium Vitae, de João Paulo II. No Brasil a Conferência Nacional dos Bispos, preocupada com o desrespeito à vida, está desenvolvendo a Campanha da Fraternidade com um alerta contra a interrupção da gestação. Este é o tema da série que você acompanha a partir de hoje no noticias.cancaonova.com.Assista à reportagem
A gestação dura cerca de 280 dias. O óvulo fecundado se implanta no útero materno no 6º dia após a concepção, quando começa a ser chamado de embrião. Dentro de pouco tempo passa, até mesmo, a ter impressões digitais.A interrupção da gravidez, conhecida como aborto, pode ser involuntária, sem que a mãe o deseje, ocorrendo por problemas na gestação. Já o aborto voluntário consiste na eliminação do embrião.A segunda reportagem da série você acompanha hoje no Canção Nova Notícias, às 19h30, ou amanhã no noticias.cancaonova.com.
Tags: Aborto defesa da vida

terça-feira, 4 de março de 2008

Nota da CNBB sobre as Católicas pelo Direito de Decidir

CNBB
Têm chegado à sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB – inúmeras consultas sobre a ONG denominada "Católicas pelo Direito de Decidir", uma vez que em seus pronunciamentos há vários pontos contrários à doutrina e à moral católicas.Esclarecemos que se trata de uma entidade feminista, constituída no Brasil em 1993, e que atua em articulação e rede com vários parceiros no Brasil e no mundo, em particular com uma organização norte-americana intitulada "Catholics for a Free Choice". Sobre esta última, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos já fez várias declarações, destacando que o grupo tem defendido publicamente o aborto e distorcido o ensinamento católico sobre o respeito e a proteção devidos à vida do nascituro indefeso; é contrário a muitos ensinamentos do Magistério da Igreja; não é uma organização católica e não fala pela Igreja Católica. Essas observações se aplicam, também, ao grupo que atua em nosso país.A Campanha da Fraternidade deste ano de 2008 reafirma nosso compromisso com a vida, especialmente, com a vida do ser humano mais indefeso, que é a criança no ventre materno, e com a vida da própria gestante. Políticas públicas realmente voltadas à pessoa humana são as que procuram atender às necessidades da mulher grávida, dando-lhe condições para ter e a criar bem os seus filhos, e não para abortá-los."Escolhe, pois, a vida" (Dt 30,19). Ainda que em determinadas circunstâncias se trate de uma escolha difícil e exigente, reafirmamos ser a única escolha aceitável e digna para nós que somos filhos e filhas do Deus da Vida.Conclamamos os católicos e a todas as pessoas de boa vontade a se unirem a nós na defesa e divulgação do Evangelho da Vida, atentos a todas as forças e expressões de uma cultura da morte que se expande sempre mais.Brasília, 03 de março de 2008
Tags: CNBB Igreja Aborto vida

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Fetos chutam tumor e salvam vida da mãe


(Matéria publicada em BBC - Último Segundo)Uma britânica que descobriu um câncer durante a gravidez foi salva pelos chutes dos fetos, que expulsaram parte do tumor. Michelle Stepney, de 35 anos, estava grávida de gêmeas quando foi levada para o hospital com um sangramento.No início, os médicos suspeitaram de um aborto, mas logo descobriram que ela estava com câncer cervical e que acabara de expelir um pedaço do tumor do colo do útero.
"Eu não poderia imaginar que os chutes que eu sentia seriam tão importantes. Eu mal pude acreditar quando os médicos disseram que os movimentos tinham expulsado o tumor", diz Michelle.Os oncologistas sugeriram que ela fizesse quimioterapia e retirasse o útero para remover o câncer por completo, o que significaria o fim da gravidez. Michelle conta que, depois de muito refletir, decidiu seguir em frente com a gestação e foi submetida a doses limitadas de quimioterapia, aplicadas a cada 15 dias.
As gêmeas, Alice e Harriet, nasceram na 33ª semana de gravidez de cesariana. As meninas estavam em perfeito estado de saúde, mas nasceram sem cabelo por causa dos efeitos da quimioterapia. Quatro semanas depois do parto, Michelle foi submetida a uma cirurgia para retirada do tumor e do útero. Os médicos acreditam que ela esteja curada. A britânica disse que deve "a vida às filhas". No dia 12 de fevereiro, Michelle receberá o prêmio "Mulher de Coragem" do Cancer Research UK, um centro na Grã-Bretanha dedicado a pesquisas sobre o câncer.
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Garota de 15 anos fica grávida por estupro e diz não ao aborto

Luciano BatistaCanção Nova Notícias, SP
Gabriela é uma garota de 11 anos que hoja dá aulas para pessoas especiais. Ela nasceu fruto de um estupro sofrido por sua mãe que na época tinha apenas 15 anos. Daniela conta que foi vítima do ex-namorado com quem tentava desmanchar o relacionamento.Ela conta que passava por um tratamento da tireóide e nem desconfiou da própria gravidez. Já no sexto mês de gestação, durante uma consulta médica, ficou sabendo da médica que estava grávida. "Para mim foi uma surpresa quando a médica disse que era um feto de 29 semanas". Ela estava acompanhada da mãe e as duas mal conseguiam acreditar no que estava acontecendo. Foi neste momento que ela contou que havia sido estuprada pelo ex-namorado. "Ele, quando soube, foi embora para o sul do país com toda a família".Foi um choque muito grande. "Naquele momento me faltou o chão. Eu realmente não sabia o que fazer. Seria uma criança cuidando da outra", lembra. E acrescenta: "em nenhum momento pensei em abortar!"Daniela lembra que na época que engravidou a família inteira passava por dificuldades financeiras. O pai e a mãe estavam desempregados e só ela trabalhava e a noite, estudava. Apesar das limitações, teve um apoio grande dos pais. "Prá mim foi fundamental este apoio". Mas não era só em casa que a jovem futura mãe recebeu carinho e apoio. "Eu tinha um grande amigo na época. Nós até tentavamos namorar mas não dava certo. O Delter sempre esteve ao meu lado e me ajudou muito, psicologicamente, financeiramente e com muito carinho. Ele assumiu a paternidade da Gabi", conta. "Depois disso, nos casamos e a gabi, com três anos, entrou como dama de honra na nossa cerimônia. Foi emocionante", lembra a secretária que hoje trabalha na comunidade Spicilegium Dei (Suspiro de Deus) na Zona Leste de São Paulo.Após seis meses de casamento Daniela ficou novamente grávida. Tudo transcorria normalmente até que no quinto mês de gestação ela começou a sentir dores e percebeu que algo estava errado. "Pedi para que meu marido me levasse ao hospital. Chegando lá a médica disse que era apenas uma infecção na urina". Com o diganóstico ela voltou para casa e dois dias depois, as dores se intensificaram. "Tinha tanta dor e sangramento que eu senti a presença de Nossa Senhora das Dores me amparando enquanto perdia o meu bebê. Naquele momento tinha a certeza de que ela estava amparando ele nos braços", lembra emocionada a data que no próximo dia dois de novembro completa sete anos.Foram quatro anos de tratamento para tentar engravidar novamente até que em 2004 ficou grávida. Hoje a filha do casal, Isabela está com três anos e quatro meses. "Tenho a certeza de que o apoio que recebi da minha família foi fundamental para todos estes momentos difíceis da minha vida. Hoje quando falo sobre o assunto nas palestras, percebo que muitos jovens ainda tem restrições para tratar do tema aborto. Mas o que eles não sabem é o mal que estão fazendo para o feto e para si próprios. Se houvesse uma estutura familiar adequada sem o envolvimento em brigas, alcoolismo e drogas, muitas dessas jovens não ficariam grávidas e tentariam o aborto", explica.